terça-feira, 12 de junho de 2012

GOSTAR DE LER


GOSTAR DE LER

16 projetos que incentivam a leitura



Além de soltar a imaginação, a leitura constante melhora o vocabulário das crianças e a escrita



24/05/2012 15:03
Texto Lígia Menezes e Iana Chan

Foto: Divulgação

O Projeto Contadores de Histórias em Hospitais, do Instituto História Viva, leva alegria e arte aos pacientes


Os livros não deveriam fazer parte da vida das crianças apenas no período escolar e, sim, acompanhá-las por toda a vida. Afinal, com eles, aprende-se cultura, exercita-se a imaginação e expande-se o vocabulário. Felizmente, alguns educadores já se deram conta disso e desenvolveram projetos para incentivar a leitura nos pequenos.

Um bom exemplo são as oito iniciativas desenvolvidos há 14 anos pelo Projetos de Leitura, grupo sem fins lucrativos que se mantém por meio de patrocínios e atua na Grande São Paulo. Elas vão desde contação de histórias a caravanas de venda de livros a R$ 2.

"A ideia é, por meio de textos agradáveis, criar o prazer da leitura de forma que o livro faça parte da vida do aluno não só durante as aulas. Em um de nossos projetos, por exemplo, participam anualmente 300 escolas, beneficiando cerca de 50 mil alunos", conta Laé de Souza, coordenador do Grupo.

Incentivos como estes são bem-vindos e já mostram resultados positivos, se compararmos hoje com doze anos atrás. Segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo Ibope e encomendada pelo Instituto Pro Livro (IPL), houve crescimento do índice de leitura no Brasil entre a população com mais de 15 anos - de 26 milhões de leitores em 2000, que liam por ano 1,8 livros cada, para 71,9 milhões, com 3,1 livros por ano por pessoa, em 2011.

Dê o exemplo!
O exemplo e o gosto pela leitura precisam vir dos pais e familiares. Para se ter ideia, 87% dos considerados não-leitores nunca foram presenteados com livros na infância e 63% deles nunca viram a mãe lendo - a porcentagem vai para 68% quando se trata do exemplo paterno. (Dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada em 2011).

A leitura incentiva prática escrita
Outra vantagem da leitura é a melhora na produção escrita. "Tenho contato com algumas mães que compartilham comigo os avanços dos filhos nessa área. A qualidade da estrutura oral do texto dos alunos é facilmente percebida", relata Milene França, organizadora do Projeto Livro vai, livro vem, eu leio e você também, realizado na E.M.E.I. F. Valter Aliberti Júnior, em Itapetininga. Nele, há rodas de leituras, que apresentam nas crianças novos elementos e conteúdos relacionados à literatura.


Teste: você ensina seu filho a gostar de ler?



Michele Julio Costa de Morais.

O mega-arquivo do Google

O google drive, serviço de armazenamento de arquivos da gigante norte-americana, foi lançado na semana passada, após anos de especulações e desmentidos. Esse mesmo período foi usado por competidores para criar serviços muito bons, como os oferecidos pelo Dropbox ou pelo Box. Mas o Google chega com algumas funções atraentes.

Os primeiros 5 gigabytes de armazenagem são gratuitos. A próxima banda de capacidade é de 25 gigabytes, mas são cobrados 2,5 dólares mensais por ela. É possível adquirir até 16 terabytes de espaço, mas é difícil imaginar quem teria tanta coisa a guardar nas nuvens.

Qualquer usuário de conta no Google possui um drive à espera. E os que usam o Google Docs logo terão o serviço convertido. É possível guardar documentos, fotos e vídeos. Cada arquivo pode ser compartilhado, além de postado para o Google Plus, a rede social da empresa.

Um jeito de facilitar a adoção é criar aplicativos específicos para cada plataforma. Existem versões para Windows e Mac OS, além do sistema Android para smartphones e tablets. Com elas é possível ter o Google Drive como mais uma pasta no computador. E assim a transferência de arquivos para o serviço é tão simples quanto arrastar documentos entre pastas.


O interessante é o que o Google traz em termos de buscas nos arquivos armazenados. Imagens que possuem linhas de texto, como a foto de uma capa de livro, têm as palavras identificadas por reconhecimento automático de caracteres, que podem ser buscadas. A foto de um documento tirada com um celular pode ser convertida em outro documento a ser editado. Além disso, o sistema também é capaz de reconhecer o que foi fotografado. E busca montanhas ao fundo ou características geográficas identificáveis, de modo que as imagens também podem ser buscadas dessa maneira.

Mais do que uma utilidade para o usuário final, toda essa bisbilhotagem virtual nos arquivos guardados no drive também ajuda o Google a vender anúncios, que é o seu principal negócio. Seus algoritmos analisam usuários e seus hábitos, mesmo que de forma anônima. E os dados são vendidos a anunciantes interessados. Quanto mais usuários optarem por utilizar o drive, mais a empresa aumenta essa capacidade de análise. Os milhões que usam o Google Docs já compõem essa equação.

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O escândalo político que tomou a China nas últimas semanas suscitou uma resposta forte das autoridades daquele país no âmbito virtual. Bo Xilai, visto como estrela em ascensão no Partido Comunista Chinês, teve a sua carreira interrompida por supostamente obstruir investigações sobre a participação de sua mulher em um assassinato.

Grande parte das informações sobre o caso era compartilhada pela Sina Weibo, clone doméstico do Twitter. Na terça-feira, vários usuários tiveram suas contas apagadas, entre eles Li Delin, jornalista da revista Capital Week que tinha escrito sobre boatos de um possível golpe em Pequim. Delin também foi preso pelas autoridades chinesas.

Fica assim o aviso aos usuários da Sina Weibo, onde o debate não é tão livre ou tão pouco restrito, como imaginavam.




Tatiane Batista

Facebook estreia na bolsa com alta inferior a 1% nas ações

Precedida por uma febre midiática, a entrada do Facebook na bolsa de valores converteu-se na segunda maior operação deste tipo na história do mercado acionário americano, com captação de 16,02 bilhões de dólares. Por outro lado, as ações da rede social não tiveram grande valorização como esperado e sofreram com forte oscilação, também influenciada pela alta demanda.

Ao fim do pregão, as ações do Facebook ficaram em 38,23 dólares, apenas 0,6% acima do preço inicial de oferta pública de 38 dólares. Durante o dia, no entanto, as ações chegaram a valer mais de 42 dólares.

Segundo o diário norte-americano The New York Times, as causas da queda são incertas, mas problemas técnicos podem levado a algumas vendas em pânico. O grupo Nasdaq OMX postou uma série de atualizações de status de mercado durante o dia, avisando que algumas mensagens de execução de comércio de ações haviam sofrido atrasos.

O jovem diretor-executivo e cofundador do Facebook, Mark Zuckerberg, de 28 anos, acionou a campainha de abertura da bolsa eletrônica americana Nasdaq à distância, da Califórnia, às 13h30 (10h30 de Brasília) nesta sexta-feira 18, marcando a entrada de sua empresa no mercado acionário.

Leia mais:
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Mulheres ricas. De verdade

Em Nova York, uma enorme bandeira azul, cor tradicional do Facebook, foi colocada no edifício da Nasdaq em plena Times Square, com algumas palavras professadas por Zuckerberg: “Por um mundo mais aberto e conectado”, e sua assinatura.

Mais de 421 milhões de ações do Facebook foram postas no mercado, a 38 dólares, gerando um valor de mercado 104 bilhões de dólares. Para efeito de comparação, o Google passou a valer 23 bilhões de dólares em sua estreia na bolsa, em 2004, mesmo ano em que o Facebook nasceu como um projeto em um dormitório estudantil da Universidade de Harvard.

Para Gerard Hoberg, economista da Universidade de Maryland, alguns compradores estão entusiasmados e outros, principalmente os profissionais da bolsa, demonstram certo ceticismo. “Os profissionais em contato direto com as cifras por trás do Facebook têm mais dúvidas e isso está esfriando essa euforia”, disse Hoberg.

Alguns analistas são cautelosos quanto à valorização da empresa, uma vez que sua capitalização esperada em bolsa representa mais de 60 vezes o lucro esperado para este ano e 40 vezes mais que o esperado para 2013.

Em média, as ações do Nasdaq e da Bolsa de Nova York – onde serão negociadas as ações do Facebook sobre o símbolo FB – têm uma valorização que representa cerca de 20 vezes o lucro da empresa. O coeficiente de capitalização dos resultados do Google – competidor direto do Facebook – é de 18,5.

Além disso, a explosão do uso da internet móvel é um desafio para a mais nova empresa em bolsa, que deve tentar ampliar seus ganhos através de sua presença nas pequenas telas dos telefones móveis e tablets.

O Facebook, que gera a maior parte de seu capital através da publicidade, afirma que mais da metade – 488 milhões – de seus 901 milhões de usuários acessam seus serviços através de um telefone móvel ou um tablet. Destes, 83 milhões utilizam apenas dispositivos móveis no lugar de computadores.

Apesar de 82% da renda vir de anúncios publicitários, o Facebook reconhece que a participação dos aparelhos móveis nesse ganho ainda é pequena.

No IPO, Zuckerberg só vendeu as ações que lhe permitissem pagar seus impostos, ou seja, 1,150 bilhão de dólares em títulos, conservando sua participação de 18,4% na companhia e de 55,8% do direito de voto.

Medido em ações ordinárias (ao público), é a segunda maior entrada em bolsa de uma empresa americana. Em 2008, a empresa Visa arrecadou 17,9 bilhões de dólares em sua entrada no mercado.





Tatiane Batista

Letra feia é um problema?



CALIGRAFIA

Letra feia é um problema?



Por que algumas crianças têm letra “bonita” enquanto outras parecem ter dificuldade para desenhar as palavras?

Se seu filho está no Ensino Fundamental e não consegue fazer aquele traçado redondinho e perfeito das letras, não se alarme: ter letra bonita não é o essencial. Segundo os especialistas no assunto, a questão principal não é a beleza da letra. O importante é ajudá-lo a se exercitar para ter uma letra legível, para que ele possa efetivamente se comunicar por meio da escrita. "O cuidado precisa ser em ajudar a criança a ter uma letra legível, que possa ser compreendida por diferentes leitores, dentro e fora da sala de aula", diz Andrea Luize, coordenadora de núcleos de alfabetização da Escola da Vila, de São Paulo.

Uma letra legível se conquista com a prática, ressalta a neurocientista Elvira Souza Lima. "A letra da criança precisa ser compreensível para que ela e os outros leiam. E isso só se consegue com treino. A criança que desenha muito dos 3 aos 6 anos geralmente consegue educar melhor o movimento", afirma Elvira, que é doutora em Ciências da Educação pela Universidade de Sorbonne, em Paris.

Além de desenhar, exercícios de traçado e cópias de texto também ajudam a desenvolver os movimentos da mão. E para quem acha que a letra cursiva está ultrapassada por causa do uso cada vez mais freqüente da digitação e do computador, vale explicar: esse tipo de letra tem funções que vão além da comunicação escrita. A letra cursiva ajuda a criança a entender a divisão entre as palavras, a exercitar a memória e também a desenvolver habilidades para outras atividades, como o desenho de mapas e de gráficos.



Michele Julio Costa de Morais.



03/04/2012 11:13
Texto Adriana Carvalho

terça-feira, 29 de maio de 2012

Como ensinar a seu filho que ler é um prazer.


LITERATURA

Como ensinar a seu filho que ler é um prazer



Dicas para incentivar seu filho a ler todos os dias e, assim, ter amor pelos livros



05/07/2010 14:52
Texto Redação Educar


Pesquisas do mundo todo mostram que a criança que lê e tem contato com a literatura desde cedo, principalmente se for com o acompanhamento dos pais, é beneficiada em diversos sentidos: ela aprende melhor, pronuncia melhor as palavras e se comunica melhor de forma geral. "Por meio da leitura, a criança desenvolve a criatividade, a imaginação e adquire cultura, conhecimentos e valores", diz Márcia Tim, professora de literatura do Colégio Augusto Laranja, de São Paulo (SP).

A leitura frequente ajuda a criar familiaridade com o mundo da escrita. A proximidade com o mundo da escrita, por sua vez, facilita a alfabetização e ajuda em todas as disciplinas, já que o principal suporte para o aprendizado na escola é o livro didático. Ler também é importante porque ajuda a fixar a grafia correta das palavras.

Quem é acostumado à leitura desde bebezinho se torna muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida. Isso quer dizer que o contato com os livros pode mudar o futuro dos seus filhos. Parece exagero? Nos Estados Unidos, por exemplo, a Fundação Nacional de Leitura Infantil (National Children's Reading Foundation) garante que, para a criança de 0 a 5 anos, cada ano ouvindo historinhas e folheando livros equivale a 50 mil dólares a mais na sua futura renda.

Então, o que está esperando? Veja nossas recomendações e estimule seu filho a embarcar na aventura que só o bom leitor conhece. Você pode encontrar boas dicas de livros em nossa biblioteca básica de leitura!


Michele julio Costa de Morais.


1 O que é desenvolvido na criança através da leitura?

2 Quem deve oferecer a leitura a criança?

terça-feira, 15 de maio de 2012

Análise do Livro “As Tecnologias da Inteligência” de Pierre Lévy

Pierre Lévy é um filósofo judeu que se tornou especialista na teoria da inteligência coletiva e precursor da Cibercultura, sendo um dos primeiros a discutir temas como a Wikipédia. No seu Primeiro livro, “As Tecnologias da Inteligência” lançado em 1992, Lévy disserta sobre diversos conceitos, desde o surgimento de um novo formato textual, o Hipertexto, discutindo sua definição e os modos como é empregado, além do impacto social que o computador e suas tecnologias inteligentes causaram na sociedade, até assuntos mais complexos como a Ecologia Cognitiva e o Coletivo Inteligente.


Tatiana Rosa

Tatuador implanta parafusos com ímãs no pulso para usar iPod Nano como relógio

O tatuador americano Dave Hurban, 21, implantou parafusos em seu pulso com ímãs para utilizar um iPod Nano como relógio. “Eu simplesmente inventei um relógio sem pulseira”, disse ele em reportagem da agência de notícias “Reuters”. Em um vídeo postado no YouTube, o tatuador mostra todo o processo de como ele fez a incisão dos parafusos em seu próprio pulso. O iDermal, como ele chamou sua “invenção”, ganhou tanta repercussão que o vídeo já foi visto por mais de um milhão de pessoas. “É mais simples do que parece”, diz ele durante o vídeo. Apesar de o assunto ter virado noticia na semana passada, o vídeo foi postado em dezembro de 2012. Segundo o tatuador, a repercussão veio em função de uma convenção de tatuadores que ocorreu na semana passada em Baltimore, nos Estados Unidos. “Eu devo ter falado com umas 400 pessoas durante o evento”, disse ele. “Todas as pessoas que viram o relógio ficaram assombrados [com a adaptação feita pelo tatuador.” Tatiane batista

Fotógrafo mostra cotidiano de índios do Parque Nacional do Xingu, no MT

15/05/2012 17h24- Atualizado em 15/05/2012 17h24 Fotógrafo mostra cotidiano de índios do Parque Nacional do Xingu, no MT Aldeia indígena Yawalapiti é uma das 14 instaladas na área. Voo detectou desmatamento próximo à região de preservação ambiental. Do Globo Natureza, em São Paulo
17 comentários saiba maisFotos de ONG mostram obras da usina de Belo Monte na Amazônia Em resposta a ONG, consórcio divulga fotos de obras de Belo Monte O fotógrafo da Reuters, Ueslei Marcelino, permaneceu por alguns dias deste mês na aldeia indígena Yawalapiti, uma das 14 etnias que vivem no interior do Parque Nacional do Xingu, no Mato Grosso. As imagens foram divulgadas nesta terça-feira (15). As fotos mostram o cotidiano da aldeia. Em agosto, os Yawalapiti, juntamente com outras aldeias, realizam o ritual Kuarup, que ocorre durante vários dias para honrar a morte de pessoas de grande importância para eles. Originalmente, o Kuarup era apenas um ritual fúnebre com a intenção de trazer os mortos de volta à vida. Mas hoje, é uma celebração da vida, morte e renascimento. Neste ano, os Yawalapiti vão prestar uma homenagem a um importante índio da etnia e a Darcy Ribeiro, antropólogo brasileiro conhecido por focar a relação dos povos indígenas e a educação no país. Foto de 9 de maio mostra porção do Parque Nacional do Xingu, no Mato Grosso, que foi desmatada. (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters) Homens da etnia Yawalapiti. (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters) Homem segura armadilha feita com timbó, uma planta que libera toxinas nas águas que paralisam os peixes, facilitando a pesca. (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters) O chefe da etnia Yawalapiti, Anuia (à frente), lidera dança na aldeia. (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters) Criança indígena salta de árvore dentro do Rio Xingu, no Parque Nacional do Xingu, no Mato Grosso. (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters) tópicos: Mato Grosso Michele Julio Costa de Morais

IPO do Facebook tem faixa de preço entre US$ 34 e US$ 38 por ação

Antes, rede social tinha fixado valor entre US$ 28 e US$ 35 por título. Após IPO, empresa poderá ser avaliada acima dos US$ 100 bilhões. A forte demanda de investidores pela oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) do Facebook levou ao aumento no preço dos papeis da rede social, conforme documentos enviados ao órgão regulador do mercado norte-americano. O Facebook informou nesta terça-feira (15), em documentos remetidos à Comissão da Bolsa de Valores dos EUA (SEC, na sigla em inglês), que vai vender 337,4 milhões de ações em sua oferta pública inicial, com faixa de preço entre US$ 34 e US$ 38. Com isso, a rede social busca levantar mais de US$ 12 bilhões com o IPO. Antes, em 3 de maio, o Facebook tinha definido o valor das ações entre US$ 28 a US$ 35 por papel. Se todos os títulos do Facebook forem vendidos pelo maior preço (US$ 38), a companhia poderá ser avaliada acima dos US$ 100 bilhões. Depois do IPO, a rede social se tornará a maior empresa de internet a cotar na bolsa desde a estreia do Google, em 2004, que foi avaliado na época em US$ 23 bilhões. O aumento da estimativa de preço pode avaliar o Facebook em entre US$ 93 bilhões e US$ 104 bilhões, rivalizando com potências da internet como Amazon e superando o valor combinado de Hewlett-Packard e Dell. Wall Strett já esperava que a rede social aumentasse a faixa de preço diante do interesse dos investidores. O Facebook pretende encerrar o período de reserva de seu IPO no final desta terça-feira (15), dois dias antes do previsto, num sinal de que a operação atraiu forte demanda de investidores. Diferentes meios da imprensa publicaram na segunda-feira (14) que o Facebook fixará o preço final na quinta-feira (17) e suas ações começarão a cotar um dia depois no índice Nasdaq sob o símbolo "FB". Futuros milionários O quadro de funcionários da rede social subiu de 700, no final de 2008, para mais de 3 mil em 2011. Como a empresa usa ações como forma de remuneração, fontes da agência Reuters disseram em dezembro passado que, mesmo sob uma estimativa conservadora, pode haver mais de 1 mil pessoas destinadas a receber mais de US$ 1 milhão em ganhos quando a empresa abrir seu capital. Os primeiros funcionários do Facebook, que receberam participações acionárias, e os primeiros investidores do setor de capital de risco receberão as maiores recompensas, afirma a reportagem. Estima-se que Zuckerberg detenha pouco mais de um quinto da companhia, de acordo com David Kirkpatrick, autor de "The Facebook Effect". Mas o dinheiro também beneficiaria engenheiros, vendedores e outros funcionários contratados mais tarde, já que a maioria recebe salários e mais alguma forma de remuneração relacionada a ações. O Facebook foi fundado em fevereiro de 2004 nos dormitórios dos alunos na Universidade de Harvard por Mark Zuckerberg, Chris Hughes, Dustin Moskovitz e o brasileiro Eduardo Saverin. Já no meio de 2004, a rede social recebeu sua primeira rodada de investimentos, feita por Peter Thiel, no valor de US$ 500 mil. O nome inicial do site era Thefacebook. Atualmente o Facebook tem sua sede em Menlo Park, na Califórnia, e 3.200 funcionários. Mark Zuckerberg é quem tem mais ações na companhia, com 56,9% (informações prévias ao IPO). * Com informações da Reuters, EFE e France Press. Iris de Santana

CONHECIMENTO E RAZÃO INSTRUMENTAL

Psicol. USP vol. 8 n. 1 São Paulo 1997Franklin Leopoldo e Silva Departamento de Filosofia Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - USP Este texto trata de alguns aspectos que julgamos importantes para o entendimento da noção de razão instrumental. Focalizamos numa primeira parte alguns temas inscritos na fundação filosófica da modernidade, visando assim fornecer subsídios para a compreensão da história crítica da razão feita por Adorno e Horkheimer. Procuramos também tratar de pontos estratégicos para a abordagem dialética do Iluminismo, com a finalidade de esclarecer a necessidade, posta pelos autores, da consideração das contradições presentes no desenvolvimento da razão iluminista, tais como progresso/regressão e autonomia/dominação. Descritores: Iluminismo. Razão instrumental. História. Teoria. Crítica. Quem quer que ainda seja capaz de lançar um olhar crítico ao mundo contemporâneo não poderá certamente deixar de se surpreender ao comparar os resultados do processo histórico da modernidade com o projeto que se pode inferir das pretensões de nossos ancestrais fundadores. Bacon e Descartes situam-se nesta relação de paternidade exatamente porque propuseram os meios racionais de emancipação do homem em relação às forças da natureza e aos dogmas estabelecidos por instâncias de autoridade alheias ao domínio da pura razão.



Se você que ver o restante do texto click:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-65641997000100002

Michele Julio Costa de Morais

Bactérias magnéticas podem ajudar a fabricar 'biocomputadores', dizem cientistas

Uma vez ingerido pelos micróbios, o ferro é transformado em pequenos ímãs Bactérias magnéticas poderiam ser usadas na fabricação de computadores biológicos no futuro, segundo pesquisadores britânicos e japoneses. Cientistas da University of Leeds, na Grã-Bretanha, e da Universidade de Agricultura e Tecnologia de Tóquio, no Japão, estão fazendo experimentos com micróbios que se alimentam de ferro. Uma vez ingerido pelos micróbios, o ferro é transformado em pequenos ímãs, semelhantes aos que são encontrados em discos rígidos de computadores. De acordo com os pesquisadores, a pesquisa, que foi divulgada na publicação científica Small, pode permitir a fabricação de discos rígidos muito mais rápidos. Desafio em escala nano As bactérias Magnetospirilllum magneticum, utilizadas na pesquisa, são micro-organismos naturalmente magnéticos, que costumam viver em ambientes aquáticos em regiões abaixo da superfície, onde o oxigênio é escasso. Eles nadam para cima e para baixo, seguindo as linhas dos campos magnéticos da Terra e se alinhando aos campos magnéticos como as agulhas de uma bússola, em busca de suas concentrações preferidas de oxigênio. Quando a bactéria ingere ferro, proteínas dentro de seu corpo interagem com o metal para produzir pequenos cristais do mineral magnetita, o mais magnético existente na Terra. Após estudar a forma como estes micróbios coletam, formam e posicionam esses nanoímãs dentro de si próprios, os pesquisadores aplicaram o mesmo método fora da bactéria, 'cultivando' ímãs que, eles esperam, poderiam ser usados no futuro para construir circuitos de discos rígidos. 'Estamos rapidamente chegando aos limites da manufatura eletrônica tradicional à medida que componentes ficam menores', disse a coordenadora da pesquisa, Sarah Staniland, da Universidade de Leeds. 'As máquinas que usamos tradicionalmente para construí-los são desajeitadas quando se trata de escalas tão pequenas. A natureza nos oferece a ferramenta perfeita para (resolver) esse problema', diz. Fios Biológicos Além de usar micro-organismos para produzir ímãs, os pesquisadores também conseguiram criar pequenos fios elétricos feitos de organismos vivos. Eles criaram nanotubos feitos com membranas de células artificiais, cultivadas em um ambiente controlado, com a ajuda de uma proteína presente nas moléculas de gordura humanas. A membrana é a 'parede' biológica que separa o interior da célula do ambiente exterior. Esses tubos poderiam, no futuro, ser usados como fios microscópicos produzidos por meio de engenharia genética, capazes de transferir informações - da mesma forma como as células fazem nos nossos corpos - dentro de um computador, explicou à BBC o cientista Masayoshi Tanaka, da Universidade de Agricultura e Tecnologia de Tóquio. 'Esses fios biológicos podem ter resistência elétrica e transferir informação de um grupo de células dentro de um biocomputador para todas as outras células.' 'Além de computadores, os fios poderiam até ser usados no futuro em cirurgias humanas porque, em teoria, são altamente biocompatíveis', afirmou o pesquisador. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC. publicado em 08/05/2012 às 13h17: Michele Julio Costa de Morais.

Indústria Cultural

Por Fernando Rebouças O mundo vive num sistema econômico-político-cultural capitalista e o surgimento da sociedade capitalista transformou as manifestações culturais em produto. Este cenário desencadeou a formação da indústria cultural, que é o conjunto de empresas, instituições e redes de mídia que produzem, distribuem e transmitem conteúdo artístico – cultural com o objetivo de adquirir lucros. A heterogeneidade da indústria cultural brasileira é percebida não somente no grau de diversidade cultural e territorial de nosso país, mas por focar conteúdos de culturas estrangeiras em detrimento de nosso conteúdo nacional. Quando ocorre em nossas mídias uma exposição de nossos valores e identidades, há o abarcamento de interesse comercial que interfere no que deve ser mostrado para adquirir audiência. A produção da indústria cultural é direcionada para o retorno de lucros tendo como base padrões de imagem cultural pré – estabelecida e capazes de conquistar o interesse das massas sem trabalhar o caráter crítico do expectador. Para se manter e conquistar público , a produção cultural não objetiva somente a expressão artística , quando esta planejada sob pretensões profissionais. A expressão tendencial elaborada com elementos artísticos é incluída num produto cultural como forma de diferenciação. A indústria cultural assim como toda indústria está atenta a custos, distribuição e retorno de lucros. Um forte exemplo de indústria cultural é a televisão que apresenta pontos positivos em possuir ótima cobertura geográfica, penetração de público e variedade de conteúdo em vários horários, mas ao mesmo tempo apresenta conteúdos sensacionalistas e que escapam do consciente do expectador, cujo indivíduo possa vir a entrar em estado de alienação. Em outras mídias há o uso do termo “cult”, termo em inglês que significa obras com características específicas e com público direcionado e devoto. A arte em geral , as manifestações histórico – culturais e a identidade de uma região servem como inspiração e conteúdo de obra e produto cultural.Em suma a indústria cultural busca produzir algo que conquiste público e relevância comercial e se ramifique em produtos licenciados. Tatiana Rosa

terça-feira, 8 de maio de 2012

Notas sobre ortografia

Nesta e nas próximas colunas, vou falar um pouco sobre ortografia. Começo com um fato que ilustra diversas questões. No livro As palavras (autobiografia que cobre apenas a infância do autor), Sartre narra um fato que a maioria dos leitores esquece, mas que chamou minha atenção. “Meu avô decidira matricular-me no Liceu Montaigne. Certa manhã, conduziu-me à casa do diretor e lhe gabou os meus méritos; meu único defeito era ser adiantado demais para a minha idade. O diretor aceitou tudo: puseram-me no terceiro ano primário e cheguei a acreditar que ia me dar com as crianças de minha idade. Mas não: após o primeiro ditado meu avô foi convocado às pressas pela diretoria; voltou enfurecido, tirou de sua pasta um maldito papel coberto de garranchos, de manchas e jogou-o sobre a mesa: era a cópia que eu entregara. Haviam-lhe chamado a atenção para a ortografia – “le lapen çovache ême le ten” – e tentaram explicar-lhe que o meu lugar era no primeiro ano. Diante do “lapen çovache”, minha mãe caiu na gargalhada; meu avô a interrompeu com um olhar terrível. Começou por me acusar de má vontade e por me ralhar pela primeira vez em minha vida, depois declarou que me haviam menosprezado; na manhã seguinte, retirou-me do liceu e se indispôs com o diretor”. Aos leitores que eventualmente não tenham percebido exatamente a questão, explico: a grafia oficial da frase francesa do ditado é “Le lapin sauvage aime le thym”. A pronúncia é mais ou menos [le lapã sovag éme lö tã]. Sartre, como qualquer garoto de sua idade e escolaridade – embora já tivesse lido muito – escreveu aquela frase mais ou menos com base na pronúncia corrente. O diretor quis rebaixá-lo por causa dessa “incompetência”. Uma decisão que é muito familiar: costuma-se avaliar a capacidade de escrever pelo domínio das regras ortográficas. Esquece-se (ou não se sabe) que, para uma criança, as irregularidades do sistema, por um lado, e as relações da escrita com as diversas pronúncias não são nada óbvias. A mãe de Sartre achou graça nas inovações ortográficas de seu filhinho. Nenhuma novidade também nessa reação (ela não era do ramo). Mas o avô tirou Sartre da escola que o rebaixaria por não saber ortografia e o colocou em outra. Sua decisão pode ter sido tomada apenas por se tratar do neto, que ele tinha em alta conta. Mas também pode ser devida ao fato de ele se dar conta da diferença que existe entre saber ortografia e saber escrever. Não estou defendendo o “erro” nem dizendo que a correção ortográfica não tem valor. Apenas digo que a questão é mais complexa. Tatiane Batista

domingo, 6 de maio de 2012

Não se fala sem gramática

De Sirio Possenti. Talvez o preconceito linguístico mais óbvio seja uma afirmação corrente sobre a fala de algum grupo (jovem e/ou pouco escolarizado): eles falam de qualquer jeito (pretendo falar muito desse tema!). Trata-se de preconceito no sentido etimológico: um “pré-conceito”, ou seja, um conceito emitido antes da análise dos fatos. As pessoas têm, evidentemente, direito a seu gosto (musical, linguístico, culinário etc.). Assim, é legítimo que cada pessoa tenha sua preferência por sotaques (gostar mais de ouvir nordestinos do que de ouvir gaúchos ou mineiros, ou vice-versa) e por construções sintáticas (gostar mais de construções com cujo do que de construções que o contornam etc.). Mas seria bom que ninguém pensasse simplesmente que seu gosto é o “certo”, porque esta posição, em geral, além de erro técnico, é prova de pouca cultura. Não é legítimo, do ponto de vista cultural, “falar mal” sem fundamento, desprezar sem analisar. Dou um exemplo radical, o emprego de “menas”. A forma funciona como marca de pouca cultura. Além disso, foi associada a Lula, que a empregou em campanhas presidenciais. E foi critério para o julgamento de sua capacidade política. Muita gente teve ocasião de declarar que se tratava simplesmente de um erro, ou que “menas não existe”. Acontece que existe e só é erro em sentido não técnico, social. A flexão está, por exemplo, registrada no dicionário Houaiss (que a analisa em termos duros): “no Brasil, na linguagem coloquial desescolarizada, ocorre a forma deturpada menas (pron. indef.), em concordância de gênero com o subst. que se segue (menas confiança comigo, hein?)”. Destaco a análise gramatical de Houaiss: menos concorda com o substantivo que a segue. Ou seja: ninguém diz, por exemplo, *menas dinheiro, *menas meninos, *menas gols. Só se ouvem expressões como menas maracutaia, menas comida, menas roupa etc. Em suma, sempre que a forma ocorre, cumpre-se rigorosamente a regra de concordância nominal. A ciência, frequentemente, se debruça sobre casos selecionados. Não trata de tudo, mas de fatos exemplares. Eles comprovam, de certa forma, que as teses gerais são verdadeiras, ou, pelo menos, aceitáveis. Menas prova que os incultos também falam segundo regras rigorosas. A concordância mostra isso. O caso menas, um dos mais marcados socialmente, deveria servir para que todos os preconceitos relativos à fala popular (desescolarizada) fossem combatidos. Pode-se continuar a não gostar da forma. O que não se pode – porque indica incapacidade de análise – é dizer que se trata de um erro. E que ele mostra que se fala de qualquer jeito. Tatiane Batista

terça-feira, 17 de abril de 2012

Leilão de frequência para a telefonia

Leilão de frequência para a telefonia
4G será em 12 de junho, diz Anatel


Também será licitada faixa de 450 MHz, para telefonia móvel rural.
Edital do leilão foi aprovado na semana passada pela Anatel.

O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Batista de Rezende, informou nesta terça-feira (17) que o leilão das faixas de frequência de 2,5 GHz, que serão destinadas à telefonia celular de quarta geração (4G), e 450 MHz, para a telefonia móvel rural, deve acontecer no dia 12 de junho.

De acordo com Rezende, o edital de licitação, aprovado na semana passada pelo conselho diretor da Anatel, deve ser publicado em 26 de abril. No dia 4 de junho, as empresas interessadas terão que entregar os envelopes com as propostas. Os envelopes serão abertos, então, no dia 12.

Edital
O edital do leilão, aprovado na semana passada pela Anatel, estabelece que será feita primeiro a licitação da faixa de 450 MHz, considerada pouco atrativa pelo mercado. Se não houver interessado, o leilão da faixa de 2,5 GHz ocorrerá e o vencedor fica obrigado também a fazer os investimentos para serviço de 450 MHz.

Caso haja vencedor da faixa de 450 MHz, a empresa que arrematar a de 2,5 GHz terá que oferecer a infraestrutura para o serviço na área rural e será remunerada pelo uso dos equipamentos.

Compromissos
A vencedora do leilão da faixa de 2,5 GHz terá metas de cobertura. Até abril de 2013, todas as cidades-sede de jogos da Copa das Confederações terão que contar com o serviço; ao final do mesmo ano, o sinal deve estar disponível em todas as sedes e subsedes da Copa de 2014.

Em maio de 2014, todas as capitais e cidades com mais de 500 mil habitantes devem estar cobertas. O serviço deve estar ativo nas cidades com mais de 30 mil habitantes até o final de 2017. Municípios menores devem contar com o 4G até o final de 2019.

Já para a empresa que arrematar o uso da faixa de 450 MHz, as obrigações são atendimento a 30% dos municípios até junho de 2014 e 100% deles até dezembro de 2015. Também haverá meta de investimentos em infraestrutura com uso de equipamentos produzidos no Brasil e tecnologia nacional.

A empresa também fica obrigada a oferecer serviço de internet em escolas públicas rurais, com taxa de download (velocidade para baixar arquivos) de 256 Kbps, mas que sobe para 1 Mpbs até dezembro de 2017.


Iris de Santana

"Cresceu a valorização da divulgação científica"

Ficou muito mais fácil escrever uma matéria sobre ciência, agora que podemos ter acesso a artigos científicos na internet", disse o editor


São Paulo - Editor de Ciência do Financial Times há duas décadas, o jornalista britânico Clive Cookson acredita que os temas científicos têm se tornado mais familiares e mais valorizados para o público, graças a uma cobertura jornalística que se revela pouco a pouco mais profunda e mais precisa que no passado.




Essa transformação, de acordo com Cookson, deve-se em parte às novas tecnologias que facilitaram o trabalho do jornalista nos últimos anos. Mas, segundo ele, a principal razão para que o noticiário de ciência ganhasse mais qualidade está em uma mudança de atitude dos próprios cientistas, que perceberam a importância da comunicação.

Cookson, que atua há mais de 30 anos na cobertura dos temas de ciência e tecnologia, em diversos países e diferentes veículos e contextos, participou nesta segunda-feira (16/4) do seminário “Ciência na Mídia”, promovido pela Fapesp na sede da Fundação, em São Paulo.

O evento teve o objetivo de estimular a reflexão, por parte de todos os envolvidos na produção e divulgação científicas, sobre as maneiras de propiciar um espaço para a troca de conhecimentos e a proposição de novos modos de pensar a divulgação desses temas na sociedade. Em entrevista exclusiva, Cookson comentou esses temas.

– Como tem evoluído a cobertura jornalística sobre ciência, considerando os seus 30 anos de experiência na área?


Clive Cookson – Apesar de existirem muitos blogs e sites de ciência, as pessoas continuam obtendo a maior parte de suas informações sobre o que está acontecendo no mundo científico por meio da mídia tradicional: jornais impressos, revistas, TV e rádio. Assim, o cientista se comunica com o público por meio desses veículos não especializados em ciência.

Essa não é uma relação trivial. Mas sou muito otimista, porque, olhando com essa perspectiva de 30 anos, percebo que os cientistas estão se tornando muito melhores na tarefa de se comunicar com a mídia.

– O que mudou nessa relação, da perspectiva dos cientistas?

Cookson – Eles estão se tornando muito mais proativos, mais abertos. Perderam o medo do contato com os repórteres. É uma mudança muito grande se você olha em uma perspectiva de longo tempo. E acredito que se trata de algo até certo ponto generalizado. Aqui no Brasil percebi que os cientistas são muito abertos.



aluna: Ednalva Barros - tirado da revista exame dia 17/04/2012

segunda-feira, 16 de abril de 2012

A Internet nunca esteve tão ameaçada’, diz co-fundador do Google

As interferências dos governos e as políticas da Apple e do Facebook são a maior ameaça à Internet aberta em toda sua história. A conclusão é de Sergey Brin, co-fundador do Google. Ele manifestou sua preocupação em entrevista ao jornal britânico The Guardian.

“Existe um alinhamento de forças poderosas contra a Internet aberta em todo o mundo”, disse ao Guardian. “Estou muito mais preocupado do que estive no passado. É assustador”, afirmou.

Brin culpa o Facebook e a Apple pelo que chama de construção de um ‘jardim murado’. Segundo ele, esse “jardim murado” é erguido pelas empresas por meio do rígido controle dos softwares que podem ou não ser usados em suas plataformas. Segundo Brin, restrições desse tipo colocam em risco as inovações na Internet. O co-fundador do Google mostra afirma que, se a Internet fosse dominada pelo Facebook, ele e Larry Page não poderiam criar o Google e sua ferramenta de busca.

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Redes sociais: Fusão em rede
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Sequestro de CartaCapital: Em tempos de internet, censura nas ruas é inócua


Censura pelo mundo

A censura na web é especialmente forte em países com um regime político fechado, como a China e Rússia. Recentemente, o dragão asiático introduziu regras de ‘identidade real’ na tentativa de conter microbloggers que se tornaram críticos ao regime. Enquanto isso, na Rússia, blogueiros que ajudaram a fomentar protestos contra o presidente eleito Vladimir Putin estão enfrentando crescente pressão do Kremlin.

Ao mesmo tempo, iniciativas similares tramitam nos órgãos legislativos de países ocidentais. Para Ricken Patel, co-fundador do Avaaz (uma rede com 14 milhões de ativistas no mundo), os governos estão percebendo o poder destes meios de organizar as pessoas e estão tentando reprimi-los pelo mundo, não apenas em nações como a China e a Coreia do Norte. “Estamos vendo projetos de lei, nesse sentido, nos Estados Unidos, na Itália e pelo mundo”, disse. No Reino Unido, o governo anunciou planos para monitorar o uso de email e das redes sociais pelos cidadãos.

Na entrevista ao Guardian, Sergey Brin também confessou a intromissão do governo dos Estados Unidos em seu banco de dados. Segundo ele, o Google foi forçado a liberar informações para o governo americano e, algumas vezes, nem mesmo informou seus usuários sobre isso.

Brin também admitiu estar errado sobre a capacidade dos governos de controlar a liberdade na Internet. “Achei que não fosse possível colocar o gênio de volta na lâmpada, mas agora vejo que, em certas regiões, o gênio, de fato, voltou para a lâmpada”, disse Brin, citando a China, Arábia Saudita e Irã como as maiores ameaças.





Tatiane Batista

Telefonica adota a marca Vivo para todos os produtos no País.

Telefonica adota a marca Vivo para todos os produtos no País.

13 de abril de 2012 12:19
carol
Tecnologia
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A Vivo/Telefonica anunciou hoje o final do processo de integração da empresa no País, iniciado há 18 meses. A partir deste domingo (15/04) todos os produtos da companhia terão a marca Vivo.

De acordo com Antonio Carlos Valente, presidente da empresa, a estratégia de possuir apenas uma marca em cada país é global. “A Vivo será a única marca comercial da Telefonica no País”, disse. Já a Telefonica será o nome institucional.

A tele é uma potência no País. Com receita de 34,2 bilhões e lucro de 5 bilhões, é a mais rentável do setor, com margem EBITDA (receita antes de impostos e taxas) de 36%. São 90 milhões de conexões (fixos e móveis) – a maior operação da Telefonica no mundo. A companhia planeja investir 24,3 bilhões de reais no Brasil até 2014.

Campanha nacional
No domingo irá começar uma campanha nacional para comunicar os três produtos da empresa que antes tinham a marca Telefonica: Vivo Fixo, Vivo Speedy e Vivo TV.

A operadora é líder em telefonia móvel. São 16 milhões de clientes de pós-pago (fatia de 36,5%), 57 milhões de pré-pagos (28,4%). Na fixa, são 10,6 milhões de assinantes em São Paulo.

A mudança envolve números enormes. Ela exigiu o treinamento dos 117 mil empregados e prestadores da serviço – entre estes, 37 mil atendentes de call center, 44 mil vendedores e 32 mil técnicos que cuidam da rede externa somente em São Paulo. Para se ter uma ideia da dimensão, foi preciso trocar os uniformes de todos os técnicos, além de 15 mil carros.

Para o consumidor, inicialmente o impacto é bem menos significativo. A principal é a unificação das centrais de atendimento 103 15 (fixo) e *8486/1058 (móvel), para todos os usuários, não importa o produto usado. As lojas também irão atender a todos os clientes, independentemente do serviço.

As faturas dos serviços fixos e móveis continuarão separadas – ao menos em um primeiro momento, diz a empresa, mas agora com a marca Vivo.

Para as próximas semanas, no entanto, a empresa promete lançar um plano para descontos em ligações dentro de sua rede – inclusive entre celulares e fixos.

Competição
Valente também falou sobre a possibilidade de a Anatel acelerar a redução das tarifas de interconexão, pagas por uma operadora quando um cliente liga para outra. Segundo o executivo, essas taxas – apontadas como um dos motivos para o alto custo da telefonia no País, além de prejudicar a competição – “existem no mundo todo” e não devem mudar no curto prazo. “Inclusive porque a Anatel legislou sobre isso recentemente”, disse.



Michele Julio Costa de Morais

Podcast

Podcast é o nome dado ao arquivo de áudio digital, frequentemente em formato MP3 ou AAC (este último pode conter imagens estáticas e links), publicado através de podcasting na internet e atualizado via RSS. Também pode se referir a série de episódios de algum programa quanto à forma em que este é distribuído. A palavra é uma junção de Pod-Personal On Demand (numa tradução literal, pessoal sob demanda) retirada de iPod e broadcast (transmissão de rádio ou televisão). O podcast em vídeo chama-se "videocast", frequentemente em arquivo formato MP4.
O termo "podcast" é creditado a um artigo do jornal britânico The Guardian em 12 de fevereiro de 2004, mas, nesse primeiro momento, o termo não se referia ao formato de transmissão com RSS, o que só aconteceu em setembro daquele ano, quando Dannie Gregoire usou o termo para descrever o processo utilizado por Adam Curry.[1]
O "podcast" surge então como um novo recurso tecnológico, um canal de comunicação informal de grande utilidade, que permite a transmissão e distribuição de noticias, áudios, vídeos e informações diversas na internet, o que contribui para a disseminação da informação de maneira fácil, rápida e gratuita.







Tatiane Batista

domingo, 15 de abril de 2012

O que é Hipermídia?

O que é hipermídia?…

março 10, 2008 at 5:29 pm


O que é hipertmídia? Podemos dizer que hipermídia é o conjunto de várias liguagens diferentes, como vídeos, música. texto e etc, que encontram-se em um mesmo suporte. Este conceito surgiu na década de 1960 pelo filósofo e sociólogo Ted Nelson. Atualmente, podemos perceber que a internet, a televisão e outras mídias utilizam-se deste recurso para envolver e interagir com os espectadores.



Por Exemplo: Esse vídeo sobre Tecnologia na Educação.





YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=0Z2VnWfe33M
Enviado por deborartx em 13/05/2008




Postado por:
Michele Julio